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Postagens Recentes

28
ago

Smart Alarm: Despertador para Android














O Smart Alarm é como o próprio nome diz: um despertador inteligente. Inteligente porque ele aprende que horas você deve dormir e acordar, baseado em seus movimentos noturnos. Dificil de acreditar?

O que esse aplicativo faz tem fundamento científico, segundo meu colega Evan me informou. Ele captura pelos sensores os movimentos feitos durante o sono e registra tudo. Pra isso é preciso dormir com o aparelho na cama, pois só assim ele “sente” os movimentos, então é bom deixar a bateria previamente carregada. Ele “advinha” a hora em que a pessoa termina de sonhar e decide se já é hora de tocar, senão ele espera até a hora programada pelo usuário. Update: Ele também tem a opção de acordar o soneca quando começa a roncar e também começa a gravar quando começamos a falar durante um sonho.

O aplicativo é gratuito e está disponível no Android Market, ou pelo AppBrain

26
ago

Plugin PassValidator para CakePHP

Uma das coisas que amedrontam desenvolvedores, principalmente de interfaces web, é controle de autenticação: registrar senhas, validar, autenticar um usuário, etc. No CakePHP existe o componente Auth, que cuida da autenticação de um usuário, mas essa autenticação precisa de senha e essa senha precisa ser válida, e muitas vez a tarefa de validar senha pode ser feita de várias maneiras. Pra facilitar isso, meu amigo Cauan Cabral, owner da Radig (www.radig.com.br), criou um plugin simples que ajuda na validação de senhas cadastradas.

O plugin consiste basicamente de um behavior que faz a tarefa de validação de senha conforme alguns parâmetros passados pelo desenvolvedor no seu model.  Algumas opções default são:

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array( 'fields' => array(
'password' => 'password',
'confirm' => 'password_confirm'
),
'preConditions' => array(),
'haveConfirm' => true,
'isSecurityPassword' => true,
'minLength' => 4,
'minAlpha' => 0,
'minNumbers' => 0,
'minSpecialChars' => 0,
'allowEmpty' => false,
'unsetInFailure' => true
));

Conforme o tipo de validação utilizada e as opções escolhidas pelo programador no model, algumas mensagens de erros são disparadas.
O plugin é open source e está disponível no Github : github.com/radig/pass_validator

Blog do Cauan Cabral: cauancabral.net/

26
ago

Motorola do Brasil reavalia upgrade para o Froyo no Milestone

O Twitter do pessoal do Gizmodo anunciou ontem (25/08) que a Motorola do Brasil irá reavaliar a atualização do Milestone brasileiro com o Android 2.2. Parece que depois de muito protesto no Twitter e em alguns blogs a Motorola pensou melhor.

Algumas pessoas que fizeram reclamação no site ReclameAqui disseram ter recebido um contato da Motorola dizendo que a decisão ainda não era pra valer, e que a Motorola poderia reavaliar a decisão. Ainda, segundo o blog Richard Max, que disse ter tido uma conversa com o diretor geral de produtos móveis da Motorola, Edson Bortolli, menos 10% dos usuários do Milestone não fizeram o upgrade para versões mais novas, e isso deve ter desencorajado a Motorola.

Vamos torcer para que esse update saia em breve, e que donos de Dext e Backflip também tenham a oportunidade de atualizar seus aparelhos. Assim a imagem da Motorola aqui no Brasil não fique tão distorcida depois de tantas reclamações.

Referências: http://richardmax.rmax.com.br/?p=4123

http://twitter.com/GizmodoBR

24
ago

Milestone da America Latina não terá o Froyo


A Motorola, de forma um tanto malévola, deixou o Milestone da America Latina de fora da lista de atualizações para o Android 2.2. Depois de ter confirmado que o Dext e o Backflip não seriam atualizados, a Motorola resolveu também excluir o melhor Android ja lançado por ela, dando o gostinho do Froyo somente para o Droid americano e o Milestone Europeu e alguns países da Ásia.

Pra quem faz atualizações via RSD Lite, é possível utilizar roms de outros países europeus e asiáticos que tem rede 3G compatível com a do Brasil. É uma solução que não diminui a decepção pela Motorola discriminar a America Latina e ignorar a opinião do consumidor.

23
ago

LOL House

23
ago

Criando Plugins no WordPress: O Básico

As duas últimas semanas de trabalho eu passei quase que exclusivamente dedicadas a criação de um plugin em WordPress que gerencia o conteúdo da página institucional da empresa onde eu trabalho, a Radig (www.radig.com.br). Depois de algumas limitações e uma série de ajustes o plugin ficou pronto e está quase perfeito, precisa de uns retoques e a correção de alguns bugs.

Criar plugins para o WordPress pode ser uma tarefa simples, mas algumas vezes pode ser algo que dê um certo trabalho. Na api do WordPress, as funções são membros isolados, quase sempre salvas em arquivos únicos, de nomes significativos em diretórios específicos. Não há orientação a objetos e de qualquer ponto de sua aplicação (seja um tema ou um plugin) é possível acessar funções que estejam presentes em qualquer diretório da aplicação.

Por isso o WordPress recomenda nomear funções novas (em plugins e temas) com nomes únicos, assim evita o conflito de nomes de função, já que quase sempre não há necessidade de se incluir arquivos ou definir escopos em funções. É importante também verificar se o nome do plugin que estamos criando já não existe no repositório do WordPress, pois se já existir pode haver conflitos em pesquisar um plugin ou atualizar o mesmo.

Criar plugins no WordPress é basicamente criar uma aplicação php, que se utiliza de funções do WordPress e algumas definidas pelo usuário. Um único arquivo php (de preferência com o nome do plugin), dentro de um diretório com o nome do plugin, já é o suficiente para a existência do plugin, mas é necessário ainda que esse arquivo php possua em seu cabeçalho o seguinte comentário:

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/*
Plugin Name: Nome do Plugin
Plugin URI: http://website-do-plugin.com
Description: alguma descrição
Version: 0.1
Author: jose
*/

Basta apenas informar Plugin Name e Author para que o WordPress reconheça o seu plugin e o coloque na lista de plugins instalados.

Nesse arquivo php, ou em outros que forem inclusos, deverão declarar suas funções e utilizar de funções básicas do WordPress para realizarem a modificação do conteúdo que é exibido ou armazenamento e busca de dados no banco de dados do WordPress. Para que o plugin faça a modificação do conteúdo ou busca/armazenamento é necessário interceptar algumas funções básicas do WordPress, como the_content (retorna o conteudo de um post), wp_head (imprime o conteúdo da seção head de uma página), etc.

Essa interceptação e feita utilizando filtros , que podem substituir uma dessas funções básicas do WordPress pela nossa função. O código para isso e bem simples:

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<?php

add_filter('the_content', 'my_content');
function my_content()
{
echo 'my content';
}
?>

A declaraçãoa cima faz com que o conteúdo de uma página ou post que seja buscado pela função the_content, seja substituído pela minha função my_content;

Uma extensa lista de filtros e ações permitem a manipulação do que será exibido e salvo na aplicação WordPress. Essa lista está na documentação do Wordpres.

Por ora o que tenho a dizer é isso. Postarei mais dicas de como fazer plugins em WordPress, mas se você não quer esperar  e quer começar agora mesmo, leia a documentação oficial, pois apesar de deixar algumas coisas de fora, ajuda muito quem está começando.

http://codex.wordpress.org/Developer_Documentation

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